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segunda-feira, 26 de maio de 2014

Filipe Luís critica a convocação de Felipão

Parreira concorda com crítica de Filipe Luís a Felipão: 'O critério é não ter critério'

Filipe Luís, lateral esquerdo do Atlético de Madri, time sensação do futebol europeu nesta temporada, se disse triste por ter ficado fora da Copa do Mundo e declarou que não existe...


Por André Linares, Lucas Borges e Paulo Cobos, de Teresópolis-RJ de espn.com.br





                                   Filipe Luís seleção
 
 
Filipe Luís, lateral esquerdo do Atlético de Madri, time sensação do futebol europeu nesta temporada, se disse triste por ter ficado fora da Copa do Mundo e declarou que não existe critério na convocação do técnico Luiz Felipe Scolari.
 
Nesta segunda-feira, na primeira entrevista de um membro da seleção brasileira em Teresópolis, casa da equipe verde-amarela até o Mundial, Carlos Alberto Parreira concordou com o jogador do Atlético.
 
"O critério é não ter critério para não ficar preso a dogmas, se convoca pelos interesses do treinador. O Filipe Luís é um grande jogador, foi convocado em outras oportunidades, mas na hora de escolher, se optou pelo Maxwell. Do mesmo modo que ele - Filipe Luís - tem direito de escolher isso ou aquilo, o treinador tem o direito de escolher seus jogadores. E ele escolheu", disse o coordenado técnico da seleção.
 
Além de Maxwell, do Paris Saint-Germain, Marcelo foi chamado para a lateral-esquerda.
 
Filipe Luís questionou não só a sua ausência no grupo que disputará a Copa, mas também a do zagueiro Miranda, seu companheiro de equipe na Espanha.
 
"A seleção nesse momento não tem um critério, e não falo por mim, falo por outros jogadores. O Miranda realmente foi o melhor zagueiro da Europa neste ano. É claro que eu fiquei muito triste por não estar. Então talvez não vão os que merecem, simplesmente vão os que o treinador quer convocar. Por isso não depende muito do que você está fazendo no campo, depende de um cara que está mandando e que está tentando levar o que ele quer, o melhor pra ele."

segunda-feira, 19 de maio de 2014

Felipão fala sobre as manifestações no Brasil

"Copa não seria o momento ideal para manifestações", diz Felipão

Treinador da seleção brasileira ainda apontou Espanha, Uruguai e Alemanha como candidatos ao título do Mundial


Por Goal.com






O técnico da seleção brasileira, Luiz Felipe Scolari, afirmou em entrevista à revista Época, que a Copa do Mundo não é um momento propício para os protestos que estão acontecendo no país.
 
“No Brasil, temos direitos, somos democratas, temos uma democracia total dentro do Brasil e podemos nos manifestar. A Copa não seria o momento ideal, nem adequado. Convidamos pessoas de fora para nos visitar e poderíamos mostrar uma situação diferente. No dia das eleições, com nossos votos, é que temos de mostrar o que queremos”, disse Scolari.
 
Felipão ainda admitiu o favoritismo do Brasil no Mundial, mas apontou Alemanha, Espanha e Uruguai como candidatas ao título.
 
"Não acrescento o “absoluto”. Pelo que foi feito na Copa das Confederações, pelos amistosos, pelo sistema bem organizado, o Brasil é apontado por 16 das 32 seleções como candidato mais forte ao título. No íntimo, sabemos que somos grandes candidatos, mas há outros grandes candidatos, seleções tradicionais, e outras com boa qualidade, que poderão ser campeões", disse.
 
"É uma boa seleção (Uruguai). Tem uma excelente equipe, um técnico que trabalha com essa equipe há anos e faz um trabalho espetacular. Tem outras seleções que sabemos que são mais fracas, com menos possibilidades. Elas deverão se classificar entre os 16, um grande feito. Provavelmente, numa aposta, tem 0,1% de chance. As tradicionais tem mais chance", completou.
 
Questionado sobre o momento político do país, o treinador defende que seu time não poderá ser usado como arma nas eleições e comentou como está vendo as manifestações no Brasil.
 
"O resultado do campeonato mundial não tem que influenciar em nada, a não ser no aspecto futebol. Não estamos jogando pela eleição de A, de B, do partido A ou do partido B. Jogamos pelo Brasil. O país não tem partido, é um país. Uma das coisas que discutimos lá dentro é “nós, aqui, somos seleção brasileira de futebol”. Nos preocuparemos e defenderemos aquilo que fizermos. Com o redor, não nos preocupamos. Ao terminarmos, sendo cidadãos comuns, preocuparemos com eleições e situações de melhora nisso e naquilo", defendeu.
 
"No Brasil, temos direitos, somos democratas, temos uma democracia total dentro do Brasil e podemos nos manifestar. A Copa não seria o momento ideal, nem adequado. Convidamos pessoas de fora para nos visitar e poderíamos mostrar uma situação diferente. No dia das eleições, com nossos votos, é que temos de mostrar o que queremos", finalizou.

sexta-feira, 2 de maio de 2014

Pelé minimiza ato de racismo

Pelé minimiza ato de racismo contra Daniel Alves: 'Coisa tão banal'

O ato de racismo contra Daniel Alves, no último domingo, na partida entre Villarreal e Barcelona, pelo Campeonato Espanhol, foi minimizado por Pelé...



Por ESPN.com.br de espn.com.br





 
 
O ato de racismo contra Daniel Alves, no último domingo, na partida entre Villarreal e Barcelona, pelo Campeonato Espanhol, foi minimizado por Pelé. O Rei do Futebol comentou o assunto nesta sexta-feira, durante visita a Ribeirão Preto, no interior paulista.
 
"Racismo não é no futebol, tem em todos os setores da sociedade há muito tempo. O que não podemos deixar é uma coisa tão banal, de um carinha que jogou uma banana, e fazer do limão uma limonada", disse Pelé.
 
O ex-jogador ainda perguntou aos jornalistas que outros casos de racismo semelhantes no futebol já tinham acontecido. Foram citados os casos envolvendo o ex-lateral brasileiro Roberto Carlos e o atacante italiano Mario Balotelli, por exemplo.
 
"Quantos eventos de futebol existem no mundo? Não é tanto assim", minimizou. "No meu tempo, jogavam jaca, manga", completou, afirmando não ter visto também a campanha contra o racismo promovida por Neymar.