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segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

Neymar é o preferido dos brasileiros em 2014

Neymar é eleito pelo 3º ano seguido o jogador preferido dos brasileiros

Destaque da Seleção na Copa, Davis Luiz saltou de 0,8% em 2013 para 9,2% neste ano



RADAR/LANCEPRESS! - 15/12/2014 - 15:13 Rio de Janeiro (RJ)






Neymar é o destaque da Seleção Brasileira (Foto: Bruno Domingos/Mowa Press)




O atacante Neymar, do Barcelona e da Seleção Brasileira, continua como o jogador preferido dos torcedores brasileiros. É isso o que mostra a pesquisa anual feita pela empresa de consultoria esportiva Stochos Sports & Entertainment, divulgada neste início de semana. O craque obteve 35,3% e superou o número das pesquisas anteriores: 32,1% em 2013, e 31,7% em 2012.

O principal salto na tabela, no entanto, foi do zagueiro David Luiz: de 0,8% em 2013, ele apareceu na segunda colocação com 9,2% da preferência do público. O defensor ganhou bastante destaque durante a Copa do Mundo realizada no Brasil este ano.

Entre os jogadores estrangeiros, Messi e Cristiano Ronaldo foram os preferidos com 5,4% e 4,7%, respectivamente. Já entre os atletas que atuam no Brasil, a preferência da torcida ficou com o atacante Fred, com 4,9%, e Kaká, com 2,3%. Foram ouvidas 8.237 pessoas durante todo o mês de outubro, em 26 estados e Distrito Federal.



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domingo, 2 de novembro de 2014

CBF construirá 15 centros de treinamento


CBF anuncia construção de 15 centros de treinamento para a base


Comunicado foi feito nesta segunda-feira pelo coordenador da base e técnico da Seleção olímpica Alexandre Gallo



Radar/Bernardo Cruz, www.lancenet.com.br




       Alexandre Gallo falou sobre a iniciativa da CBF (Foto: Rafael Ribeiro/CBF)


A CBF anunciou nesta segunda-feira, através do coordenador de bases e técnico da Seleção olímpica Alexandre Gallo, que irá contruir 15 centros de treinamento para a base no Brasil. A confirmação aconteceu durante o III Encontro Técnico das Categorias de Base promovido pela entidade.

Os estados contemplados são todos que não receberam jogos da última Copa do Mundo e será uma espécie de legado deixado pela Fifa, que vai participar da implementação do projeto. Com isso, Acre, Roraima, Amapá, Pará, Mato Grosso do Sul, Goiânia, Tocantins, Distrito Federal, Maranhão, Piauí, Rio Grande do Norte, Pernambuco, Alagoas, Espirito Santo e Santa Catarina. O primeiro CT a ficar pronto será em Belém (PA).

- Vai ser um legado importantes, que a Fifa deixa após o Mundial. Serão centros de alto nivel, onde vamos trabalhar não só o lado social, como também na formação da estrutura do futebol. Vamos passar para as federações locais aquilo que estamos aplicando na Seleção para que isso ajude na nova formatação do futebol brasileiro - afirmou Alexandre Gallo.

No planejamento traçado pela CBF, serão em torno de 720 atletas em cada CT, totalizando 10.800 jovens participantes desta formação. Para Alexandre Gallo, o principal foco será, justamente, com os jogadores menores de 14 anos.

- A ideia inicial é trabalhar com a faixa etária abaixo dos 14 anos. Precisamos de alguns ajustes na regulamentação, e isso o ministro Aldo Rebelo vem nos ajudando para que seja possível. Estamos analisando todos esses fatores, mas conseguindo incluir esse ponto vai tornar o trabalho ainda mais interessante - declarou.

quarta-feira, 24 de setembro de 2014

Dunga compara Neymar a Romário

Dunga compara Neymar a Romário e diz: 'A liderança que eu exercia em 1994 não é a ideal hoje'

Dunga busca lideranças...


Por ESPN.com.br - espn.com.br






                              Getty
                              Dunga assumiu a seleção brasileira depois da Copa do Mundo

 

Dunga busca lideranças. O técnico da seleção brasileira já escolheu Neymar como novo capitão do time do Brasil, mas ele também vê importância de outros jogadores "comandarem" o elenco, não do mesmo jeito que fazia quando vestia a braçadeira de capitão.

"A liderança que eu exercia em 1994 não é a ideal hoje. A cobrança era muito dura, porque a gente tinha que ganhar, ganhar e ganhar, mas hoje é mais tranquilo. Independente de ser capitão ou não, tem que ter líder", disse em entrevista ao "Fox Sports".

"A gente tem que trabalhar, tem que ter várias lideranças, tem o líder, porta voz, mas ter sempre liderança por trás. Ás vezes, a liderança não joga, é por trás é um líder técnico", afirmou.

Camisa 10, Neymar foi eleito o capitão de Dunga, e o treinador não poupa elogios ao atacante do Barcelona. Até compara ele com outro ex-jogador do time catalão.

"O Neymar é referência no futebol brasileiro e mundial, é lógico, gosta de competir, gosta de vencer. É um jogador que tem que ser cobrado, instigado, toda hora apostar com ele, ele gosta disso, de ser desafiado e provocado. É parecido nisso com o Romário, você cutuca o jogador. Tem que instigar as pessoas", explicou.

terça-feira, 26 de agosto de 2014

Projeto Olímpico da seleção brasileira em 2016

Gallo diz querer uma seleção competitiva e 'convoca' Neymar para Olimpíada

Do UOL, em São Paulo






                           Gallo comandará o projeto olímpico da seleção brasileira em 2016


 O técnico Alexandre Gallo, que cuida das categorias de base da seleção brasileira, quer Neymar junto com o grupo que disputará a Olimpíada no Brasil. Em participação no programa "Bem, Amigos", do SporTV, ele falou sobre a intenção de levar o atacante do Barcelona e a importância de ter um time competitivo e não um que dê espetáculo.

"Hoje, temos de ser competitivos, diria sem medo de errar, montando uma equipe para ser competitiva. Ainda temos a condição das Olimpíadas de levar um grande craque que é o Neymar, como Portugal levaria Cristiano Ronaldo, e Argentina levaria o Messi, que é um extra classe, cara acima da média. Estamos trabalhando para ser equipe muito forte, porém temos jogadores que são quase craques, precisam chegar a um estágio maior como profissionais", disse Gallo.

O responsável pelas categorias ainda disse que o Brasil segue à frente de seus rivais, mas não como antigamente quando tinha cinco passos de vantagem para os adversários, e que para manter isso precisa de um jogo mais coletivo.

"Se o coletivo for forte, a individualidade dos nossos atletas sempre pode estar um passo à frente dos adversários, desde que se comprometa, seja cúmplice com o trabalho, ele tenha participação tática efetiva nos 90 minutos, iniciar marcação na frente, todo mundo participar, trabalhar em conjunto, não tem como formatar diferente", falou.

"Há 15 anos, a gente estava cinco passos à frente, hoje acho que estamos a um. Pelo trabalho que os adversários têm, eles encostaram na gente. Vamos ter de trabalhar muito mais, pois precisamos manter um passo à frente com muito trabalho dentro das quatro linhas, com muito comprometimento", complementou.

Diferentemente do que aconteceu nos últimos Jogos Olímpicos, o Brasil não terá o treinador da equipe principal nas Olimpíadas de 2016. Quando Dunga foi anunciado como técnico, a CBF já definiu Gallo como responsável pelo projeto olímpico.

Para os Jogos Olímpicos, a seleção conta apenas com jogadores com menos de 23 anos. No entanto, o treinador tem a opção de levar três atletas que estão acima desta faixa etária.

sábado, 2 de agosto de 2014

Seleção brasileira completa 100 anos

Seleção brasileira completa 100 anos sem festa e em meio ao pior momento da história

Dia 21 de julho de 1914, estádio das Laranjeiras, com direito a um público estimado de cinco mil pessoas que lotava as laterais do campo...


Por Igor Resende, para o ESPN.com.br- espn.com.br





Divulgação / CBF
Seleção brasileira entrou em campo pela primeira vez na história em 1914

Dia 21 de julho de 1914, estádio das Laranjeiras, com direito a um público estimado de cinco mil pessoas que lotava as laterais do campo. Dentro das quatro linhas, 11 jogadores vestiam uma camisa branca com detalhes em azul nas duas mangas e tinham o privilégio de entrar para história: eles estavam representando a primeira seleção brasileira da história.

Era a primeira vez que os melhores jogadores da época eram convocados pela entidade máxima que organizava o futebol. Só não era uma partida oficial. Afinal de contas, poucos campeonatos existiam à época e nenhum clube ou seleção faria uma estreia já em uma partida oficial.

Do outro lado do campo estavam os inventores do futebol. Não era a seleção da Inglaterra, mas um time que era respeitado por aqui como se fosse. O Exeter City FC fizera uma excursão de jogos pela vizinha Argentina e desembarcou ao Brasil para entrar para a história junto com aquela seleção estreante. E desde o primeiro passo por aqui acabou sendo tratado como o maior time do mundo.

Milhares de pessoas costumavam ficar horas a fio em frente ao Hotel dos Estrangeiros, o mais requintado da cidade, localizado na Praça José de Alencar, nas Laranjeiras, onde a delegação inglesa se encontrava hospedada, na esperança de ver os jogadores britânicos. Houve até um episódio em que um português resolveu leiloar as cadeiras de um bar por onde os jogadores do Exeter haviam passado e ganhou um bom dinheiro com isso.

Por tudo isso, os ingleses eram mais que favoritos naquela partida. Eles só não esperavam que ali do outro lado do campo estava nascendo a seleção que se tornaria a melhor e mais campeã de todas. Com uma habilidade natural que superou o amadorismo do futebol de então, o Brasil ganhou por 2 a 0, com gols de Oswaldo Gomes e Osman. Oswaldo entrava para a história também como o autor do primeiro gol da história da seleção brasileira.

O momento do futebol e do país era outro naquela época. Ninguém que estava ali poderia imaginar no que tudo aquilo se transformaria. O futebol deixou o seu amadorismo e se profissionalizou no Brasil. Mais do que isso: virou um dos assuntos mais importantes para todo brasileiro. A seleção que ali fazia a sua primeira partida se tornaria pentacampeã do mundo, teria o melhor jogador da história e um futebol admirado por todos os cantos do planeta.

O problema, porém, é que o último capítulo de toda essa história é para lá de desagradável e vem provocando toda uma reflexão em cima do futebol brasileiro. No ano de seu aniversário mais importante, o Brasil teve a chance de sediar a Copa do Mundo, mas acabou protagonizando um vexame, com direito a goleada por 7 a 1 para a Alemanha nas semifinais, a pior e mais vexatória derrota de todos os 100 anos de história.

A pesada derrota levantou uma série de questionamentos por todo o mundo. A conclusão de todos é que o futebol brasileiro deixou de priorizar a arte após as derrotas nas Copas de 1982 e 86 e passou a priorizar apenas os resultados. Longe das origens habilidosas, o vexame apareceu a longo prazo, com uma enorme escassez de talento por todo o país.

No dia em que completa o centenário, o Brasil nem técnico tem. Ao menos não oficialmente. Luiz Felipe Scolari acabou sendo colocado para fora após o fiasco na Copa do Mundo e, ao que tudo indica, o escolhido como substituto será mesmo Dunga, o capitão do tetracampeonato que não conseguiu levar o país ao hexa como técnico na Copa de 2010. O anúncio oficial, porém, só acontecerá na terça-feira.

A 'festa' pelo centenário simboliza a falta de ânimo com o futebol nacional. Nada de Brasil em campo, nada de representantes da CBF, nada nem mesmo de profissionais. Por divergência com os organizadores da partida, a seleção brasileira não entrou em campo no último domingo no que era para ser uma comemoração simbólica dos 100 anos. O Fluminense 'salvou' a festa, mas mandou o time sub-23 para fazer a partida amistosa contra o Exeter City, hoje na quarta divisão inglesa. Os gols fizeram questão de também não aparecer na ignorada festa, e o duelo acabou no 0 a 0.

quinta-feira, 3 de julho de 2014

Brasil enfrenta Colômbia nas quartas-de-final da Copa do Mundo

Colômbia não teme juiz e é só elogios ao Brasil, mas avisa: 'História não ganha jogo'

Nada de palavras fortes na última entrevista da Colômbia antes do duelo contra o Brasil, pelas quartas de final da Copa do Mundo. Pelo contrário...


espn.com.br




                                  Por André Linares, Igor Resende, Lucas Borges e Paulo Cobos, de Fortaleza (CE) de espn.com.br



 
Nada de palavras fortes na última entrevista da Colômbia antes do duelo contra o Brasil, pelas quartas de final da Copa do Mundo. Pelo contrário. O treinador Jose Pekerman foi só elogios ao futebol brasileiro. Sempre, claro, exaltando também a confiança em uma vitória nesta sexta-feira.
 
"O Brasil é pentacampeão, todos admiram os seus jogadores, os seus treinadores e o seu estilo de jogo. Os nossos atletas estão felizes de poderem enfrentar o Brasil. Sabemos que será muito difícil, é um rival de altíssimo nível. Mas estamos preparados para aproveitar essa partida", disse Pekerman.
 
O comandante ainda ressaltou toda a tradição do futebol brasileiro, mas garantiu que o peso da camisa não ganha nenhum duelo.
 
"A história e a tradição têm peso. Mas isso não quer dizer que alguém vai ganhar pelo que passou antes. Acho que o segredo é não pensar em situações anteriores, tem de olhar pra frente. Para a Colômbia cada jogo é um novo desafio, não podemos pensar no que já passou. Não podemos começar achando que o jogo tem um favorito. É preciso enfrentar o Brasil como todos os outros adversários", disse.
 
O comandante da Colômbia ainda fugiu de qualquer questionamento ao árbitro da partida, que será o espanhol Carlos Velasco Carballo. Uma estratégia diferente, por exemplo, da do Chile, que teve Alexis Sanchez admitindo que uma possível ajuda do juiz ao Brasil era uma enorme preocupação da equipe.
 
"Teremos a confiança de sempre de esperar que o árbitro tenha uma boa partida. Não temos nenhuma suspeita de que o árbitro possa influir no resultado. Sabemos que no futebol pode haver erros. Dos jogadores, dos técnicos e dos árbitros. Mas temos que confiar que não haja má fé, que todos vão dar o melhor", disse.
 
A Colômbia enfrenta o Brasil pelas quartas de final da Copa do Mundo às 17h desta sexta-feira, em Fortaleza. O jogo tem transmissão AO VIVO da ESPN Brasil e do WatchESPN, com narração de Paulo Andrade e comentários de Paulo Vinicius Coelho e Paulo Calçade. O ESPN.com.br também segue tudo do duelo em TEMPO REAL.

segunda-feira, 26 de maio de 2014

Filipe Luís critica a convocação de Felipão

Parreira concorda com crítica de Filipe Luís a Felipão: 'O critério é não ter critério'

Filipe Luís, lateral esquerdo do Atlético de Madri, time sensação do futebol europeu nesta temporada, se disse triste por ter ficado fora da Copa do Mundo e declarou que não existe...


Por André Linares, Lucas Borges e Paulo Cobos, de Teresópolis-RJ de espn.com.br





                                   Filipe Luís seleção
 
 
Filipe Luís, lateral esquerdo do Atlético de Madri, time sensação do futebol europeu nesta temporada, se disse triste por ter ficado fora da Copa do Mundo e declarou que não existe critério na convocação do técnico Luiz Felipe Scolari.
 
Nesta segunda-feira, na primeira entrevista de um membro da seleção brasileira em Teresópolis, casa da equipe verde-amarela até o Mundial, Carlos Alberto Parreira concordou com o jogador do Atlético.
 
"O critério é não ter critério para não ficar preso a dogmas, se convoca pelos interesses do treinador. O Filipe Luís é um grande jogador, foi convocado em outras oportunidades, mas na hora de escolher, se optou pelo Maxwell. Do mesmo modo que ele - Filipe Luís - tem direito de escolher isso ou aquilo, o treinador tem o direito de escolher seus jogadores. E ele escolheu", disse o coordenado técnico da seleção.
 
Além de Maxwell, do Paris Saint-Germain, Marcelo foi chamado para a lateral-esquerda.
 
Filipe Luís questionou não só a sua ausência no grupo que disputará a Copa, mas também a do zagueiro Miranda, seu companheiro de equipe na Espanha.
 
"A seleção nesse momento não tem um critério, e não falo por mim, falo por outros jogadores. O Miranda realmente foi o melhor zagueiro da Europa neste ano. É claro que eu fiquei muito triste por não estar. Então talvez não vão os que merecem, simplesmente vão os que o treinador quer convocar. Por isso não depende muito do que você está fazendo no campo, depende de um cara que está mandando e que está tentando levar o que ele quer, o melhor pra ele."

segunda-feira, 19 de maio de 2014

Felipão fala sobre as manifestações no Brasil

"Copa não seria o momento ideal para manifestações", diz Felipão

Treinador da seleção brasileira ainda apontou Espanha, Uruguai e Alemanha como candidatos ao título do Mundial


Por Goal.com






O técnico da seleção brasileira, Luiz Felipe Scolari, afirmou em entrevista à revista Época, que a Copa do Mundo não é um momento propício para os protestos que estão acontecendo no país.
 
“No Brasil, temos direitos, somos democratas, temos uma democracia total dentro do Brasil e podemos nos manifestar. A Copa não seria o momento ideal, nem adequado. Convidamos pessoas de fora para nos visitar e poderíamos mostrar uma situação diferente. No dia das eleições, com nossos votos, é que temos de mostrar o que queremos”, disse Scolari.
 
Felipão ainda admitiu o favoritismo do Brasil no Mundial, mas apontou Alemanha, Espanha e Uruguai como candidatas ao título.
 
"Não acrescento o “absoluto”. Pelo que foi feito na Copa das Confederações, pelos amistosos, pelo sistema bem organizado, o Brasil é apontado por 16 das 32 seleções como candidato mais forte ao título. No íntimo, sabemos que somos grandes candidatos, mas há outros grandes candidatos, seleções tradicionais, e outras com boa qualidade, que poderão ser campeões", disse.
 
"É uma boa seleção (Uruguai). Tem uma excelente equipe, um técnico que trabalha com essa equipe há anos e faz um trabalho espetacular. Tem outras seleções que sabemos que são mais fracas, com menos possibilidades. Elas deverão se classificar entre os 16, um grande feito. Provavelmente, numa aposta, tem 0,1% de chance. As tradicionais tem mais chance", completou.
 
Questionado sobre o momento político do país, o treinador defende que seu time não poderá ser usado como arma nas eleições e comentou como está vendo as manifestações no Brasil.
 
"O resultado do campeonato mundial não tem que influenciar em nada, a não ser no aspecto futebol. Não estamos jogando pela eleição de A, de B, do partido A ou do partido B. Jogamos pelo Brasil. O país não tem partido, é um país. Uma das coisas que discutimos lá dentro é “nós, aqui, somos seleção brasileira de futebol”. Nos preocuparemos e defenderemos aquilo que fizermos. Com o redor, não nos preocupamos. Ao terminarmos, sendo cidadãos comuns, preocuparemos com eleições e situações de melhora nisso e naquilo", defendeu.
 
"No Brasil, temos direitos, somos democratas, temos uma democracia total dentro do Brasil e podemos nos manifestar. A Copa não seria o momento ideal, nem adequado. Convidamos pessoas de fora para nos visitar e poderíamos mostrar uma situação diferente. No dia das eleições, com nossos votos, é que temos de mostrar o que queremos", finalizou.

sexta-feira, 2 de maio de 2014

Pelé minimiza ato de racismo

Pelé minimiza ato de racismo contra Daniel Alves: 'Coisa tão banal'

O ato de racismo contra Daniel Alves, no último domingo, na partida entre Villarreal e Barcelona, pelo Campeonato Espanhol, foi minimizado por Pelé...



Por ESPN.com.br de espn.com.br





 
 
O ato de racismo contra Daniel Alves, no último domingo, na partida entre Villarreal e Barcelona, pelo Campeonato Espanhol, foi minimizado por Pelé. O Rei do Futebol comentou o assunto nesta sexta-feira, durante visita a Ribeirão Preto, no interior paulista.
 
"Racismo não é no futebol, tem em todos os setores da sociedade há muito tempo. O que não podemos deixar é uma coisa tão banal, de um carinha que jogou uma banana, e fazer do limão uma limonada", disse Pelé.
 
O ex-jogador ainda perguntou aos jornalistas que outros casos de racismo semelhantes no futebol já tinham acontecido. Foram citados os casos envolvendo o ex-lateral brasileiro Roberto Carlos e o atacante italiano Mario Balotelli, por exemplo.
 
"Quantos eventos de futebol existem no mundo? Não é tanto assim", minimizou. "No meu tempo, jogavam jaca, manga", completou, afirmando não ter visto também a campanha contra o racismo promovida por Neymar.

terça-feira, 15 de abril de 2014

Felipão fala sobre a lista de jogadores para a Copa do Mundo

Treinador da Seleção Brasileira deixa em aberto a possibilidade de chamar jogadores que não estiveram nas últimas convocações



                                  Por Goal.com

O técnico da Seleção Brasileira, Luiz Felipe Scolari, afirmou que a lista para a Copa do Mundo já está fechada, mas jogadores que não foram chamados nas últimas convocações podem estar entre os 23 nomes chamados para o Mundial, que acontece no Brasil.

O comandante foi questionado sobre as chances do zagueiro Miranda, do Atlético de Madrid, e do meia Philippe Coutinho, do Liverpool. A lista final de convocados de Felipão será divulgada no dia 7 de maio e de acordo com o que ele disse, pode incluir surpresas.

"Qualquer jogador brasileiro tem chance de ser convocado. Juca, Pedro, Paulo, qualquer um. Inclusive quem não foi ainda. Todos estão sendo observados", disse Felipão durante festa de premiação dos melhores do Campeonato Paulista, nesta segunda-feira.

"Já temos o nosso time definido. As dúvidas são passadas a vocês para continuarem discutindo, mas nós já temos nosso time definido", acrescentou ele.

"Não quero que seja [unânime]. Unanimidade entre 23 escolhidos? Nem Jesus Cristo faria isso. É um milagre que nem ele conseguiria", afirmou o treinador do Brasil.

Sobre Fred, que retorna de lesão e Júlio César, mas que está atuando no Toronto FC, da Major League Soccer, Felipão se diz tranquilo e confia nos dois titulares da Copa das Confederações de 2013 e nomes certos na lista final.

"Tenho visto com tranquilidade os dois. O Fred está voltando após lesão e vem jogando. O Júlio César também está jogando, independentemente do local. Se a liga é mais forte ou menos forte, não importa. O tiro de meta é igual, o pênalti, o chute. Estar jogando é o que era preciso", concluiu ele.

segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

Fred briga por vaga na seleção brasileira para a Copa do Mundo

Fred não se vê garantido na Copa: 'Tenho de continuar trabalhando forte'

Fred voltou a disputar uma partida pelo Fluminense no último sábado e se animou...

Por ESPN.com.br de espn.com.br
 
 
 
 
 
 
 
 
Fred voltou a disputar uma partida pelo Fluminense no último sábado e se animou. Embora tenha perdido um pênalti e ao menos três boas chances, a movimentação do atacante foi elogiada pelos companheiros. Em boa condição física após seis meses de calvário, o atacante espera ter a sua vaga na seleção brasileira, mas garante ter consciência de que apenas o histórico não vai levá-lo à Copa do Mundo.
 
"Sei que o que foi feito por mim e pelo grupo na Copa das Confederações dá credibilidade, mas não me assegura na Copa do Mundo. Tenho de continuar trabalhando forte, mostrando meu valor. Pode ficar tranquilo porque estou dando meu máximo. Não só o Felipão, mas todos", disse Fred em entrevista à ESPN Brasil.
 
O jejum de gols é o que incomoda o atacante. Embora ele não tenha disputado tantas partidas desde então, o último gol foi no jogo contra o Vitória, em 7 de agosto de 2013, pelo Brasileiro. Mais do que voltar a ser artilheiro, Fred deseja chegar em bom estado físico na Copa do Mundo. Por conta disso, Felipão até adiou a lista de convocados que atuam no Brasil para o amistoso contra a África do Sul, no dia 5 de março.
 
"Espero chegar como estou hoje, 100%, bem, com força nas pernas. O que falta realmente é o gol que tenho certeza que vai sair de dois em dois, três em três. Tenho muita confiança porque o trabalho que estou fazendo está sendo bem feito, com credibilidade, confiança e seriedade. Tenho certeza que no final vai dar tudo certo na seleção", completou Fred.
 
O jogador vai voltar a campo nesta quarta-feira, pelo Campeonato Carioca, contra o Macaé, no Estádio Cláudio Moacyr. O Fluminense é o líder da competição com os mesmos 19 pontos do vice-líder Flamengo. O saldo de gols do tricolor, no entanto, é superior ao dos rivais.

domingo, 19 de janeiro de 2014

Fluminense na Série A

Fluminense se mantém na Série A com liminar da Justiça

Na última sexta-feira (10), a Justiça de São Paulo suspendeu a decisão do STJD que rebaixou a Associação Portuguesa de Desportos para a segunda divisão do Campeonato Brasileiro de Futebol


Site www.mundopositivo.com.br/noticias/esporte




A Justiça do Rio concedeu liminar nesta quarta-feira (15) determinando que a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) cumpra a decisão do Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD), que no fim do ano passado rebaixou a Portuguesa para a Série B do Campeonato Brasileiro. O clube foi punido com a perda de 4 pontos por ter escalado o meia-atacante Héverton, que estava suspenso, na partida contra o Grêmio. Na mesma decisão, o Clube de Regatas Flamengo também perdeu 4 pontos por ter escalado o jogador André Santos, de forma irregular, na partida contra o Cruzeiro. Com a medida, o Fluminense Futebol Clube permanece na Série A do Campeonato Brasileiro de Futebol.

A decisão, em primeira instância, é do Juizado Especial do Torcedor e de Grandes Eventos e foi movida pelo torcedor Alexandre Correa Geoffroy. A juíza Romanzza Roberta Neme relata em sua decisão: "Considerando-se que compete inicialmente à Justiça Desportiva a apreciação do mérito referente à eventual infração ao regulamento, tendo esta determinado pela punição dos clubes, impõe-se, a princípio, a observância desta decisão. Desta forma, reputo presentes os requisitos autorizados para a concessão da tutela pretendida no tocante ao cumprimento do determinado pelo STJD". 

Na última sexta-feira (10), a Justiça de São Paulo suspendeu a decisão do Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) que rebaixou a Associação Portuguesa de Desportos para a segunda divisão do Campeonato Brasileiro de Futebol. A decisão liminar foi concedida pelo juiz Marcello do Amaral Perino da 42ª Vara Cível, em ação impetrada por um torcedor. Com a decisão, o Fluminense jogaria na segunda divisão.
 
O Juizado Especial do Torcedor de Grandes Eventos marcou audiência de conciliação, com base no Artigo 277 do Código de Processo Civil, para o dia 12 de fevereiro, às 14h50, na sede do juizado, na Ilha do Governador, zona norte da capital fluminense.

Agencia Brasil

sábado, 4 de janeiro de 2014

Atlético cai e o Bayern de Munique é campeão

ESPECIAL MUNDIAL DE CLUBES: Atlético cai no "Raja Day" e o mundo é vermelho

O Bayern de Munique venceu a decisão diante do Raja Casablanca



Kim Belluco




Campinas, SP, 01 (AFI) – O dia 18 de dezembro nunca será esquecido pelos cidadãos do Marrocos e muito menos para os torcedores do Atlético-MG, que presenciaram um desastre. A queda do Galo, em plena semifinal do Mundial de Clubes da Fifa diante do Raja Casablanca e a festa verde e branca, marcada como o “Raja Day”, não apenas no continente africano, mas pelo mundo inteiro.
 
 
A eliminação do Atlético-MG não foi o primeiro vexame do futebol brasileiro do outro lado do mundo. Em 2010, o Internacional fez atuação semelhante. O Colorado foi até o Japão e acabou sendo derrotado pelo Mazembe, virando, até então, a maior zebra do torneio. Na oportunidade, a equipe congolesa enfrentou a Inter de Milão na decisão e não repetiu o feito inédito. O título ficou com o time italiano.
Neste ano, o Brasil, que está prestes de sediar uma Copa do Mundo, passou mais uma vergonha. O Atlético-MG foi até o Marrocos já pensando na final contra o Bayern de Munique. Só esqueceram de avisar o Raja Casablanca. O clube marroquino se apoiou na sua torcida para passar de um adversário, considerado muito mais forte. Era um dia história. Vitória por 3 a 1 e dia eternizado como “Raja Day”.


A caminhada do Raja se inicia

 Em sua estreia em mundiais, o Raja Casablanca enfrentou na primeira fase o Auckland City, campeão da Liga dos Campeões da OFC e já indicou que poderia surpreender. Ao contrário do que todos esperavam, o clube marroquino venceu por 2 a 1, se garantindo na segunda fase diante do Monterrey, do México, um veterano do torneio.
 
 
Na segunda fase o Raja Casablanca fez o impossível: derrotar o Monterrey, que caiu pela terceira vez seguida nas quartas de final. Em Agadir, os marroquinos abriram o placar, mas viram a equipe visitante deixar tudo igual. O gol da vitória saiu apenas na prorrogação, após o gol de cabeça de Guehi, o que pegou todos de surpresa, inclusive o técnico Cuca. O treinador do Atlético-MG chegou a afirmar que esperava enfrenta o time mexicano.

Enquanto o dia foi de festa no Marrocos, no outro lado da chave, o Guangzhou Evergrande se garantia na semifinal contra o Bayer de Munique, ao vencer o Al Ahly por 2 a 0, com a marca brasileira. O clube chinês só chegou até a próxima fase graças aos brasileiros Conca, atualmente jogador do Fluminense, e Elkeson, ex-Botafogo. Cada um fez o seu na vitória dos chineses.


É dia de “Raja Day” bebê!
 
 

Dezoito de dezembro de 2013. Chegou a vez do Atlético-MG fazer sua estreia no Mundial de Clubes da Fifa. O Galo segurou o time da casa na primeira etapa, mas não conseguiu ficar cinco minutos em campo, da segunda, sem tomar gol. Jogando o mesmo futebol das duas primeiras partidas, na base do contra-ataque e do toque de bola rápido, o Raja chegou ao primeiro gol logo nos minutos iniciais. Lajour avançou sozinho e tocou no canto de Victor.

O Atlético-MG saiu em busca do empate e chegou ao gol aos 18 minutos. Ronaldinho Gaúcho cobrou falta com perfeição, no ângulo, tudo igual. O Galo tentava a virada, jogava melhor, mas viu o Raja Casablanca crescer nos minutos finais e fazer o segundo. Pênalti de Réver em Lajour. Na cobrança, Moutaouali faz 2 a 1.
 
 
A partida chegava em seu fim, batia o desespero nos jogadores do Atlético-MG, que se jogaram ao ataque. Foi aí, que o Raja aproveitou e fez o terceiro, decretando números finais a partida e fazendo a torcida explodir em festa. Moutaouali avançou sozinho e tentou tocar por cima do goleiro Victor. A bola bateu na trave e sobrou para Mabidé deixar o seu. Era o fim da torcida atlética. Belo Horizonte se dividia em lágrimas e festa, pela parte azul, que torcia para o clube marroquino.

A partida também marcou a briga interna entre Marcos Rocha e o técnico Cuca. O lateral foi substituído no início da primeira etapa e fez duras críticas ao treinador por não ter aceito sair do duelo.

No embate, um outro jogador também chamou a atenção dos estudiosos no futebol. Déo Kanda, que entrou na segunda etapa contra o Altético-MG, esteve presente também na vitória contra o Internacional, em 2010. O jogador entrou para a história por ser o único a presenciar as duas tragédias brasileiras, pelo lado do adversário. Isso porque, pelo lado do Brasil, Alecsandro esteve em ambos os times.


O mundo começa a ser vermelho!
 
 
A história do Bayern de Munique no Mundial de Clubes iniciou como terminou: com vitória. O clube alemão encarou o time dos brasileiros Conca, Elkeson e Muriqui na semifinal. O Guangzhou Evergrande tentava o mesmo feito do que o Raja, mas contra o melhor time do mundo a história é outra. Após colocar cinco bolas na trave, o Bayern chegou a vitória ao fazer sonoros 3 a 0, era o fim do sonho Chinês.

No dia 21 de dezembro, o Mundo iria conhecer o seu campeão. A primeira partida do dia era entre o Atlético-MG e o Guangzhou Evergrande. O Galo mais uma vez jogou mal. O time chinês dominou a maior parte da partida, porém, o clube mineiro abriu o placar. Logo no minuto inicial, Diego Tardelli aproveitou cruzamento e fez 1 a 0. O empate saiu logo depois, dos pés de Muriqui.

Aos 14 minutos, Conca de pênalti colocou os chineses na frente. Seria mais uma humilhação atleticana? Não desta vez. Ronaldinho Gaúcho fez 2 a 2, antes de agredir o adversário e ser expulso, e Luan, que entrara na etapa final fez o gol da vitória do Atlético-MG, no qual deixou seu desempenho na competição menos vergonhoso.


 Agora sim! O mundo é vermelho!
 
 
 

Na final contra o Bayern, o Raja mudou o seu jeito de jogar. Ficou mais recuado, mas o clube alemão os obrigava a isso, com o famoso toque de bola envolvente, no melhor estilo de Pep Guardiola. A partida foi bem disputa, mas os dois gols dos melhores do mundo logo no primeiro tempo, acabou com qualquer chance de fazer mais um “Raja Day”.

Mais brasileiro do que nunca, o Bayern precisou de dois gols verde e amarelo para se tornar o campeão do mundo. Dante fez o primeiro e Thiago Alcântara completou o marcado. Com Ribery e Lahn entre os craques do Mundial, o francês o melhor, o time alemão pintou o mundo de vermelho e colocou sua terceira estrela no uniforme.